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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Entrevista Pe. Anderson Batista - PL 03/2013: Abrindo as portas do Brasil para a morte.

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Entrevista concedida pelo padre Anderson Batista à Radio Catedral do Rio de Janeiro no dia 03 de setembro de 2013 a cerca do PLC 03/2013.

Nesta entrevista, o sacerdote esclarece a verdadeira posição da Igreja a cerca do aborto, desmascara o movimento falsário e satanista que atende pelo nome "Católicas Pelo DIreito de Decidir", bem como os planos de controle populacional empenhado desde a ONU e os grandes centros de difusão do Governo Mundial, como a ONU e as Grandes Fundações como Ford, McArthur, Rockefeller e Soros.

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Rodolpho Loreto - http://www.youtube.com/user/SentinelaCatolico?feature=watch
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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Entrevista: pe. Paulo Ricardo fala de política, aborto e divisões no movimento pró-vida

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Pe. Paulo Ricardo de Azevedo numa audiência pública no Senado, em agosto de 2012. (foto: Agência Senado) Pe. Paulo Ricardo de Azevedo numa audiência pública no Senado, em agosto de 2012. (foto: Agência Senado)
Conforme contei num post anterior, no dia 1º de dezembro estive no Seminário de Biopolítica que ocorreu no Santuário da Divina Misericórdia, no bairro Umbará, e lá tive a satisfação de entrevistar pessoalmente o padre Paulo Ricardo de Azevedo. O sacerdote é famoso no meio religioso por seus cursos e palestras online, mas também vem se destacando numa série de debates sociais, envolvendo políticas para a família e a proteção da vida desde a concepção. Sua atuação nesses temas já lhe valeram alguns convites para falar em audiências públicas na Câmara dos Deputados e no Senado.
Na conversa que tivemos, ele falou abertamente sobre os conflitos (ou supostos conflitos) dentro do movimento pró-vida, sobre as estratégias dos promotores de políticas contrárias à família e do que falta aos brasileiros na luta por valores inegociáveis.


1)      O senhor esteve na Câmara dos Deputados em outubro e defendeu que as mudanças sociais que ocorrem na família, e que têm embasado muitas políticas públicas, não são espontâneas, mas sim estimuladas por várias por agentes claramente identificáveis. Para muitos, isso soa como teoria da conspiração. Como responde a essa crítica ?
Tudo aquilo que está sendo feito para destruir a família não pode ser teoria da conspiração pelo simples fato de que ações livres repetidas sistematicamente na mesma direção não podem ser fruto de mero acaso. Quando você ganha na loteria uma vez é acaso. Se você ganha duas vezes é sortudo. Mas, se você ganha na loteria toda semana, está trapaceando. Qualquer pessoa inteligente compreende que há sempre uma inteligência por trás de ações que mostram um propósito, uma finalidade. Portanto, não é possível que, numa humanidade onde os instintos das pessoas levem automaticamente ao afeto familiar, e aos laços familiares, de repente, um esforço realizado por boa parte da comunidade acadêmica mundial para acabar com a família enquanto instituição seja fruto do mero acaso. Não pode ser.
Além disso, a gente vê que as investidas são feita com método, foram previamente escritas em livros, essa estratégia foi pensada, premeditada. Nós temos abundante bibliografia onde as pessoas dizem “faremos isto”, e quando a coisa está feita as pessoas dizem “é teoria da conspiração”. Não faz sentido.
Por exemplo, existe um casal de pedagogos socialistas na Suécia, cujo sobrenome é Myrdal, que escreveram na década de 60 um livro em que eles propõe abertamente que se eduquem as crianças desde a mais tenra idade, para uma sociedade onde não haja mais família, porque só assim haveria igualdade.
Desde Karl Marx há quem ataque a família como fonte de desigualdade. Depois, o marxismo se dividiu em duas correntes. O marxismo leninista, que procurou fazer a revolução de forma armada, e o marxismo cultural, que nós conhecemos mais como socialismo. Esse marxismo cultural vê que não é possível fazer uma revolução cultural e igualitária, tão querida pelos marxistas, sem que se faça antes uma profunda transformação cultural do ocidente. Essa corrente está convencida desde o princípio, de que uma das intuições básicas de Marx é que não haverá igualdade enquanto a família estiver de pé.

Em outubro desse ano, o padre esteve na Câmara dos Deputados onde falou da ameaça da ideologia de gênero nas políticas públicas para a família Em outubro desse ano, o padre esteve na Câmara dos Deputados onde falou da ameaça da ideologia de gênero nas políticas públicas para a família (foto: Agência Câmara)
 
Isto está presente no pensamento do próprio Marx e de Engels no livro Origem da Família, do Estado e da Propriedade, está presente no pensamento desses pedagogos suecos, mas está presente também está presente em muitos outras produções, como  por exemplo no pensamento de autores que não são conhecidos popularmente como marxistas, como Simone de Beauvoir e Jean Paul Sartre.
Toda a ideia defendida por Simone de Bovoir, de que mulher não se nasce, mulher se torna, está fundamentada exatamente nessa ideia, de que a feminilidade é um constructo social, e que essa construção do feminino é que irá remodelar a identidade da família. A chamada terceira onda do feminismo, toda ela marxista, é assumidamente uma onda que visa a destruição da família.
Há ainda os livros das feministas Butler ou Firestone, enfim, a bibliografia disponível é maior do que aquilo que pode ser citado, daria para fazer uma lista de pelo menos trinta livros que vão todos na mesma direção. Então não é possível que seja uma coisa espontânea.Todos eles dizem claramente “estou fazendo isso de propósito”, e aí, quando você chama atenção para isso, você é que é o teórico da conspiração ?

2)      É famosa sua atuação em debates sobre temas sociais, mas o fato de ser padre não o atrapalha ? Fora dos ambientes católicos, o senhor não é alvo de discriminação por dizer o que diz ?
A primeira coisa a constatar quanto a isso é que aqueles que são hostis à família e à vida não querem debater, eles fogem dos debates. E fogem porque sabem que não têm razões, sabem que a população encontra em pessoas como eu, que defendem a família, uma espécie de porta-voz.
O Brasil é uma sociedade com valores razoavelmente conservadores. Isso não sou eu quem está dizendo, há uma pesquisa do Datafolha divulgada recentemente que comprovou isso mais uma vez, foi publicada em 11 de outubro de 2013. O problema é que o Brasil sofre de uma doença chamada maioria silenciosa. Ou seja, a maioria tem essas posições, mas não encontra na classe falante alguém que as represente.
Quando alguém verbaliza o que essa maioria silenciosa pensa, a maioria silenciosa se reconhece naquele discurso. Aí, os revolucionários, que são minoria, se sentem desmascarados, então eles evitam o confronto. Porque sabem que a plateia vai se posicionar, instintivamente, do lado daquele que representa o discurso da maioria conservadora.
Então, qual é a única alternativa que resta a eles ? Encontrar uma acusação moral, psiquiátrica ou política para denegrir a fama daquela pessoa, apelam para um argumento ad hominem para dizer assim, “vejam essa pessoa não presta, e se ela não presta seus argumentos não devem ser seguidos”.
Quando não conseguem convencer as pessoas através disso, então eles têm evitado o confronto, pelo menos em público. Por que a técnica que eles usam no público em geral é a chamada espiral do silêncio.
Se você tem um porta-voz isolado que verbaliza a posição da maioria, aquele porta-voz facilmente será neutralizado, se simplesmente o isolarem. Se você debater com ele, você está dando publicidade, se você entrar numa polêmica, você está dando palco para aquela opinião que você quer silenciar. Por isso essas pessoas não debatem mais.

Padre Paulo Ricardo e professor Felipe Nery, no Seminário de Biopolítica realizado em Curitiba no início de dezembro. (foto: Jônatas Dias Lima) Padre Paulo Ricardo e professor Felipe Nery, no Seminário de Biopolítica realizado em Curitiba no início de dezembro. (foto: Jônatas Dias Lima)
 
3)      Recentemente, a discussão em torno do PLC 03/2013 (que expande o acesso ao aborto em casos não puníveis) dividiu o movimento pró-vida, por que alguns grupos achavam que o veto parcial seria suficiente, outros exigiam o veto total, entre os quais o senhor se encontrava. No fim das contas, a presidente Dilma não ouviu nenhum dos lados e não vetou nenhum ponto do projeto. Por que houve essa divisão ?
A divisão do movimento pró-vida é aparente, porque a maioria esmagadora foi a favor do veto total. O que acontece é que existem algumas pessoas e instituições que têm acordos palacianos, ou seja, preferem desgastar o mínimo possível a imagem do partido governante, que é quem está impondo essa política a favor do aborto.
É claro que algumas pessoas de boa vontade podem ser seduzidas por esse tipo de discurso, porque é mais conciliador, mais pacifista, menos desgastante. Mas a maioria está entendendo perfeitamente que essa posição supostamente mais amena se trata somente de apoio político, uma tentativa de não desgastar um partido que é, na realidade, aquele que mais fez pela implantação do aborto na história do país.

4)      Gostaria que o senhor se aprofundasse mais nessa questão sobre a diferença de método que me parece haver dentro do movimento pró-vida. Alguns optam pelo enfrentamento direto da chamada “cultura da morte”, denunciando instituições e pessoas que contribuem para o avanço dessa agenda. Outros são menos incisivos e defendem uma aproximação maior com a classe política, por exemplo, debatendo mais do que denunciando. Qual o melhor caminho e por quê ?
Os dois métodos não se excluem. É evidente que quando é possível uma composição política ela é preferível, mas há momentos em que isso simplesmente não é possível.
No caso da PLC 03, que agora é Lei 12845/2013, nós estamos diante da possibilidade real de que vidas humanas passem a ser sistematicamente tiradas, por causa desse dispositivo legal.
Já existia uma prática desde o tempo do governo Fernando Henrique Cardoso, de se ampliar a possibilidade de aborto em caso de estupro, fazendo com que não fosse mais preciso comprovar, mas apenas alegar ter sido vítima.

GEDC5682 Em sua primeira visita a Curitiba, o padre reuniu em torno de 300 pessoas para o evento no Umbará (foto: Jônatas Dias Lima)
 
Esta prática foi sendo aperfeiçoada em várias edições de normas técnicas, e essa norma técnica, que antes era um ato apenas do executivo, agora recebeu uma coloração de legalidade, através dessa Lei 12845.
As pessoas do movimento pró-vida que querem tentar conciliar as coisas a qualquer custo dizem que não é nada disso, e que a norma técnica e a lei não tem nada a ver. Mas se você pegar o índice da norma técnica e os artigos da lei, você vai notar uma admirável coincidência. Não somente no seu conteúdo, mas até mesmo na ordem em que o conteúdo está disposto. Recusar-se a enxergar isso é um bom-mocismo criminoso. É uma tentativa de conciliação política, quando não há conciliação política.
Então, é evidente que o caminho político é sempre preferível, é sempre melhor dialogar, conciliar, compor, do que enfrentar. Mas quem decide qual dos dois métodos deve ser usado não somos nós, mas a realidade dos fatos.

5)      Com base nos anos que passou nos Estados Unidos, em que o movimento pró-vida no Brasil pode melhorar ?
Nos Estados Unidos existe uma consciência de que todo o cidadão deve atuar politicamente. Eu me lembro, por exemplo, de estar visitando um amigo meu que é padre perto de Chicago, em Ilinois, e na ocasião houve uma atividade dos católicos do estado inteiro que foram à capital para pressionar seus deputados e senadores estaduais.
Lá, eu participei de uma missa com a igreja lotada, presidida pelo cardeal de Chicago, concelebrada por vários bispos e dezenas de padres, e estávamos lá para que cada católico, logo que saísse dessa missa, fosse se manifestar junto aos seus deputados e senadores por conta de algumas leis que estavam sendo propostas. Ou seja, um ato de igreja organizado.
E o melhor é que ninguém saiu gritando que o estado é laico, ninguém saiu dizendo “onde está a separação de igreja e estado ?” . Sabe porque ? Por que o católico é cidadão. O católico votou. E espera que os seus representantes defendam os valores que ele, como eleitor, tem.
Então a diferença é enorme. O católico brasileiro quando recebe a notícia de que os deputados e senadores estão votando barbaridades em Brasília, ele lamenta, coça a cabeça, diz que o mundo está acabado, fica em casa e continua rezando seu terço. Há uma desproporção descomunal entre as duas realidades.
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Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/blog-da-vida/entrevista-pe-paulo-ricardo-fala-de-politica-aborto-e-divisoes-no-movimento-pro-vida/
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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Trecho da entrevista com MDI ao blog RF referente a questão do aborto.

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Fraternas, dando continuidade as “Entrevistas com os Homens”, cujos temas são relacionados a vida masculina na voz masculina e, por efeito direto, relacionados a vida feminina também, segue a entrevista concedida pelo administrador do site MDI - Masculinismo e Direitos Iguais, paulista, com 39 anos, e que nesta entrevista gentilmente compartilha conosco suas ideias, informações e sentimentos relacionados a qualidade de vida masculina e seus direitos como cidadãos, o que acredito ser um tema de grande importância à todas as mulheres que primam pelo bem estar de seus filhos, netos, irmãos, esposos, amigos e parentes homens tanto no plano individual como coletivo em nossa sociedade.


SZ: Qual é a sua avaliação dos crimes de estupro e aborto e as penalidades legais a homens e mulheres?
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MDI: Até 2009 no Brasil a lei sequer previa o estupro de homens, era quase permitido pela pouca repressão da lei, mas isso melhorou. Agora o Código Penal foi alterado e mulher que dopa (com bebida, etc.), ameaça ou usa da força para ter sexo (de qualquer modo) com um homem responde pelo crime de estupro com a mesma pena de cadeia que o homem em relação a ela.

Já o aborto continua mal resolvido, ele tinha que ser tratado como homicídio, pois o DNA da criança não é o mesmo da mãe, nem do pai, é de terceira pessoa. Além disso, um aborto com consentimento unilateral da mãe pode importar grave e irreversível trauma psicológico para o pai, para os avós paternos e maternos, como qualquer morte de um descendente causa. É isso que chamam de saúde pública?


SZ: Poderia nos detalhar mais sua opinião sobre o aborto?
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MDI: O aborto deveria ser denominado homicídio, com a característica cruel de ser praticado contra crianças que ainda não nasceram. Não ter nascido ( = vindo ao mundo externo ) não quer dizer não existir, pois a criança já existe no mundo (interno). Trata-se de uma criança que está absolutamente viva, mas dentro da mãe. Note que é uma pessoa com DNA próprio, com cérebro, coração e dor, tudo próprio. E essa criança quando é assassinada pela técnica do aborto sente a dor provocada pela máquina que a tritura viva, tenta se encolher como que um ato de defesa, mas como não tem para onde fugir, morre abortada. Um país que legaliza isso claro que é um país genocida contra o mais frágil dos humanos. Preciso dizer que sou contra genocídio?


SZ: O que pensa sobre a realidade masculina ante a questão do aborto?
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MDI: O homem também pode e em vários casos será afetado, com chantagens canalhas, do tipo “ou volta pra mim ou mato seu filho” ou “larga da sua mulher ou seu filho morre”. É um grave atentado à dignidade humana, à saúde mental e emocional, uma ofensa psicológica ao pai e também aos outros parentes dessa criança, especialmente os avós. Aliás, nunca vi alguma feminista se preocupar com a saúde do pai ou dos avós. Se o feminismo é um movimento ”neutro”, isto é, que olha o bem estar de todos, deve olhar os sofrimentos do homem também, especialmente quando esse homem é contrário ao assassinato do filho pelo aborto. Contudo não vejo isso, não ocorre, nem sequer existe uma preocupação do feminismo com relação à criança que é abortada, nunca vi defenderem essa criança, isso é o mais grave de tudo, por inverter os valores, dar mais atenção a uma mulher adulta, maior e capaz, que sabia exatamente o que fazia ao engravidar que a uma criança indefesa.


SZ: Acredita que pílula anticoncepcional masculina poderia ser um método contraceptivo válido?
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MDI: Claro que sim, válido e ótimo para o país controlar a natalidade e crescimento populacional, para a saúde pública, para os homens e até para as mulheres. Poderia ser também uma segunda barreira a evitar a gravidez indesejada ou um método alternativo, variando de acordo com o gosto e necessidade do casal. Agora, a pílula só não é utilizada no Brasil porque o governo ainda não providenciou que a mesma esteja disponível, se estivesse com certeza muitos e muitos homens a utilizariam, eu mesmo. O governo, para incentivar a fabricação aqui bem que poderia permitir a importação da China, como forma experimental de notar o interesse dos homens e uma vez verificada a boa aceitação e resultados satisfatórios, partir para a produção em escala em solo nacional, até porque com custo tão baixo qualquer um poderia adquiri-la. Mesmo sabendo que há um pequeno laboratório que quer produzi-la no país, ainda assim o governo reluta e não autoriza sua liberação, ao que tudo indica sem qualquer justa razão. A mera omissão do governo em se posicionar a respeito já é algo que vai contra o interesse da sociedade como um todo, tanto de homens quanto de mulheres. Mais grave ainda o fato do governo não fazer nada a favor do interesse geral, sempre vendido a favor dos interesses mesquinhos dos poucos que o rodeiam ou pressionam.


Que todos façam sua parte e tornem o (seu) mundo melhor.


Até a próxima!

Administrador do MDI.


E- mail: ola.mdi@hotmail.com
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Trecho da entrevista com Lobo Sagrado ao blog RF referente a questão do aborto.

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  Fraternas, dando continuidade as “Entrevistas com os Homens”, cujos temas são relacionados a vida masculina na voz masculina e, por efeito direto, relacionados a vida feminina também, segue a entrevista concedida pelo Lobo Sagrado (pseudônimo), um dos pioneiros e maiores expoentes da reflexão virtual sobre as questões masculinas, 32 anos, nascido e residente na cidade de São Paulo, autor e administrador do blog “Antifeminismo” [...]


SZ:  O que pensa sobre o aborto e qual é a sua posição ante a legalização disso?

Lobo Sagrado: O aborto é sempre cruel, sem exceção. Às vezes, essa crueldade é necessária. É cruel para a mulher e para o ser que cresce dentro dela. Infelizmente, existem situações em que o aborto é a menos pior das soluções. Procuro ser o mais racional e criterioso possível para definir quando ou não se faz necessário abortar.

Nossas leis já permitiam o aborto em caso de risco de morte para a mãe e estupro. No primeiro caso, não vejo como me opor, visto que se a mulher morrer, seu filho também morrerá. Além do mais, temos de relativizar um pouco e saber priorizar o que é mais importante.

Eu sempre tento me colocar no lugar da mulher, mas também do marido, irmão, filho desta mulher. Se minha esposa estiver grávida e descobrir que tem câncer e precisa iniciar imediatamente os tratamentos com quimioterapia e radioterapia, é claro que eu vou fazer tudo para salvar a vida da minha esposa. Jamais eu iria aceitar que arriscasse sua vida para manter uma gravidez pode nem vir a chegar ao final. Não é uma decisão fácil para quem dá valor à vida, mas entre a minha mulher e um ser que ainda não nasceu, não tenho dúvidas.
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Em relação ao estupro, também sou favorável ao aborto. Não é justo que uma mulher tenha de carregar no ventre o fruto de uma violência. Não é justo que um homem de bem tenha de acompanhar todos os dias crescer na barriga de sua esposa o filho do demônio que a violentou.

Não me baseio em religião, apenas na minha racionalidade, por isso não concordo com tudo o que os religiosos defendem. Sou um ferrenho opositor da BANALIZAÇÃO do aborto, como querem as feministas. O aborto usado como método contraceptivo, como capricho feminista. Primeiro, incentivam a promiscuidade feminina. Depois vem com essa de aborto, fruto de uma sexualidade irresponsável. Demonstram total desrespeito e desprezo pelo feto humano, como se fosse apenas uma extensão do seu corpo. Tiram do homem qualquer direito sobre seu filho, a não ser que elas decidam ter o filho. Aí, ele passa a ser dos dois, para que ela possa cobrar pensão.
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Feministas são repugnantes e os homens que as apoiam nem ouso dar-lhes um nome, pois não consigo entender o que têm na cabeça. Falam que o aborto vai salvar a vida de milhares de mulheres que morrem por fazerem abortos clandestinos, mas nada fazem para educar os jovens sobre métodos contraceptivos. Usam como desculpas para aprovar o aborto meninas pobres, que engravidam porque não tem instrução, mas se vê muita menina na faculdade engravidando.  A verdade é que muitas gostariam de aprovar o aborto para não “estragar” a carreira. Pobreza não é desculpa para abortar. Má formação não há nada que se resolva, mas pobreza é algo totalmente remediável, visto que vivemos num país assistencialista, que paga bolsas e bolsas para não deixar ninguém morrer de forme. Feministas poderiam financiar alguns projetos sociais para ajudar mães adolescentes que não tem para onde ir com seus filhos, permitindo que essas crianças não venham ao mundo para sofrer devido à pobreza.

Uma situação de pobreza extrema, causada por uma guerra, epidemia, seca, talvez seja justificável abortar; principalmente em situações como a guerra, onde muitas mulheres ficam viúvas, com outros filhos famintos e ela ainda tem mais um no ventre. Aí entra a questão das prioridades, onde se tem de classificar o que é mais importante. É uma crueldade, como eu já disse, mas este um caso extremo, do qual não temos no Brasil. Por isso não irei estender muito o assunto.
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Com a aprovação do aborto de anencéfalos, o Brasil não precisa de mais nenhuma lei que libere o aborto. As feminazis nunca estão satisfeitas. Para elas, o aborto tem que ser liberado totalmente e feito na rede pública de saúde. Além de querer nos impor uma lei bárbara como esta, ainda querem usar o nosso dinheiro para isso. É só uma pequena amostra do caráter totalitário e fascista do feminismo.

Dos homens que apoiam, existem dois tipos: os feministas (ou “manginas”, como queiram) e os canalhas. O primeiro tipo é vergonhoso. Ele se anula enquanto homem e serve de capacho fiel das feministas, apoia incondicionalmente suas senhoras, mesmo que aquilo só venha a prejudicá-lo. O segundo tipo é o cara que não tem sentimento de honra, de respeito, não pensa em constituir família, só quer se divertir e viver sua vida. É egoísta e mentiroso. Gosta de se divertir com as mulheres e só, as usa como objeto e não quer compromisso com ninguém. Liberando o aborto, ele poderá continuar sua vida irresponsável e desregrada e não se preocupar mais com pagamento de pensão. Da mesma maneira que ele convence uma jovem a deitar-se em sua cama, ele a convence a tirar o filho que ela carrega na barriga. Aprovando a aborto, ele poderá fazer isso sem ser criminalizado por isso. É o feminismo a serviço da canalhice feminina, como sempre.
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SZ: Como sabemos lideranças do feminismo planetário lutam ferozmente a nível institucional e através da mídia a favor da descriminalização do aborto nos países em que o aborto é ilegal, em sua opinião quais são os motivos disso?

Lobo Sagrado: Sinceramente? Ainda não cheguei a uma conclusão.
Complementando a sua pergunta, digo que as feministas deram um jeito de chegar à política e hoje ocupam espaços importantes na política da maioria dos países com certo grau de democracia. Estando na política, feministas podem manipular a mídia, inserindo na cabeça da população suas ideias doentias; no entanto, até agora não entendi porque querem tanto aprovar a banalização do aborto. Não entendo, porque ao invés de investir em campanhas de conscientização de homens e mulheres para que façam planejamento familiar e pratiquem sexo seguro, o que sai muito mais barato e teria muito mais adesão popular, preferem chamar a atenção com esses protestos pró-aborto, ganhando antipatia de boa parte da população e até a oposição de artistas, como no caso da cantora Elba Ramalho, que foi ameaçada por feminazis por dizer que é contra o aborto.
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A luta para aprovar a banalização do aborto deve ser mais um desafio feminista para impor seu poder sobre a sociedade, o da minoria dominante sobre a maioria dominada. Aprovar o aborto como prática contraceptiva é dar amplos poderes às mulheres sobre os homens, pois feministas alegam que o corpo é somente da mulher e somente ela pode tomar as decisões. No entanto, leis como a dos alimentos gravídicos, onde um homem é obrigado a pagar pensão para a mulher já grávida, irá continuar. Isso mostra o caráter contraditório, incoerente do feminismo. O feminismo não luta pela igualdade de gênero, mas pela dominação feminina sobre os homens. É revanchismo puro. Esse poder jamais será de todas as mulheres, pois o Feminismo é um movimento político. Quando o feminismo tomar todo o poder, será algo parecido com as ditaduras socialistas, onde a minoria irá se opor sobre a maioria.


SZ:  Em seu discernimento os homens ”machistas” poderiam se opor as ações de militâncias “feministas” em relação a legalização do aborto no Brasil? 
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Lobo Sagrado: Se você estiver se referindo aos homens heterossexuais com senso de Honra e Justiça, sim. Aprovar a banalização do aborto não trará vantagens para ninguém, menos ainda para os homens. Nenhum homem com vergonha na cara mandaria a mãe de seu filho abortar porque ele simplesmente não quer arcar com responsabilidades e gastos. Se o filho está vindo, não importando as adversidades, ele segura as pontas. Tirando os casos onde eu expliquei ser favorável, o resto é da responsabilidade do casal e eles não têm o direito de se eximir disso.

A luta dos homens contra o aborto é, além de uma luta pela vida, também uma luta por seus próprios direitos. As feministas querem dominar os direitos reprodutivos, deixando os homens cada vez mais de lado nessas decisões. Isso representa um grande poder. A invenção da pílula anticoncepcional na década de 60 é considerada um marco no movimento feminista exatamente por isso, pois a partir disso as mulheres poderiam ser livres sexualmente e só engravidariam quando quisessem. Quase cinquenta anos depois, estão pedindo o aborto e nem tocam mais na no assunto “pílula anticoncepcional”

Lobo Sagrado


Comunidade do Orkut “Antifeminismo” 
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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Trecho da entrevista com Donnie Cesar Correia ao blog RF referente a questão do aborto.

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  Fraternas, dando continuidade as “Entrevistas com os Homens”, segue as palavras do Administrador de Empresas Donnie Cesar Correia, nato e residente em Unai / Minas Gerais, autor e administrador do blog Moinho Labirinto e moderador da comunidade do Orkut já extinta Machismo Esclarecido.



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SZ: Quando diz que o aborto é consequência mecânica de diversos níveis de violência social, descaso e patrimonialismo legal,está se referindo a quê, poderia nos esclarecer mais sobre isso?
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Donnie Cesar: Perfeitamente. Patrimonialismo refere-se ao tratamento da res publica como propriedade privada - é a apropriação indébita do que é de todos. No contexto legal isso se refere a um conjunto de normas que toma do espaço público e democrático autoridade para uma minoria que trata aqueles direitos como "vantagem" sobre as demais classes. O fato de vários homens, mesmo atendendo às qualificações necessárias, serem frequentemente negados à guarda de suas crianças em detrimento de mães desequilibradas e sem os recursos financeiros para arcar com os custos da criação das crianças é um tipo de patrimonialismo legal.
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Esses "pedaços de direito" são disputados à tapa por todos os segmentos da sociedade porque historicamente a sociedade brasileira é uma sociedade de castas, raças e divisões. Essa disputa cria uma situação de violência que começa no berço e que pauta como crescemos - e há quem lucre muito com isso. Nossa sociedade é competitiva e violenta por natureza - ela reflete uma condição antropológica de escassez e "lei do mais forte".
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A título de exemplo, o número de mulheres chefiando lares aumentou exponencialmente no Brasil, assim como a família nuclear deixou de ser um panorama genérico - e ainda assim, existe um preconceito imenso contra a mulher chefe de lar. Nossa formação social marginaliza essa mulher e deixa esse estigma como herança para seus familiares.
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A mulher que aborta frequentemente – ainda que não represente a totalidade dos casos, como eu disse - se vê num estado desesperador: por um lado, todas as pressões sociais e morais do aborto. Do outro, a perspectiva de criar uma criança e falhar, uma cobrança histórica sobre a mulher apenas. Por um lado o avanço da gravidez que muitas vezes a fará ficar desempregada - eu trabalho com Recursos Humanos e sei que a segurança trabalhista da mulher grávida é só um prêmio de consolação para uma demissão que quase sempre virá. A questão do aborto é extremamente sensível para a mulher.
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Se a gravidez, desejada ou não, fosse tratada com clareza e sem preconceitos seria possível conciliar panoramas muito mais promissores: imagine um casal que deseja adotar um bebê, poder acompanhar a criança desde a gestação, sem preconceitos para nenhuma das partes. Utópico? Não acredito. Creio inclusive que seria mais barato reformar completamente o sistema de adoção brasileiro e a criação de unidades especializadas de suporte à mulher do que aparelhar o SUS a lidar com toda a demanda desse tipo de processo. Analisando as estatísticas friamente, a possibilidade de a agenda feminista triunfar no Brasil é substancial. Parece-me, entretanto, que alcançar melhores indicadores nos quesitos acima é essencial para impedir um massacre.
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SZ: Acredita que o maior índice de nascimento e mães solteiras está em qual classe social e que o aborto é mais praticado pelas mulheres mais pobres do que pelas mais abastadas materialmente?
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Donnie Cesar: Não é um caso de "acreditar". Infelizmente nossos dados sobre aborto são extremamente imprecisos devido à clandestinidade, clandestinidade essa que é lucrativa como consequência do quadro acima, isso, claro, considerando que existem diversas estatísticas tendenciosas sobre o assunto.
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As mulheres mais abastadas frequentemente possuem os recursos para recorrer a clínicas clandestinas de "qualidade" superior (um termo repulsivo nesse contexto, mas necessário). As mulheres de classes econômicas menos aquisitivas normalmente precisam recorrer a doar as crianças ou compartilhar sua criação - algo que é prática quotidiana no interior do Brasil. As mães solteiras que chefiam famílias arcando com os custos totais de seu domicílio normalmente pertencem à classe média. O aborto é menos freqüente nas classes C e D por causa dos riscos inerentes ao mesmo, mas ainda acontece - é normalmente o que aparece nos assustadores dados da morte feminina devido a tentativas falhas de aborto.
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SZ: No seu discernimento quais seriam as soluções para a erradicação da prática de aborto das mulheres de baixa renda e das mais abastadas economicamente?
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Donnie Cesar: Eu não creio que qualquer mulher de bem veja o aborto com bons olhos – não falo aqui da legalização da prática, mas da prática em si. Eu conheço um número significativo de pessoas que não são contra a legalização, dentro de vários termos, mas que ainda pensam na prática como algo abominável. Uma discussão importante é o aspecto moral e psicológico do aborto, para os quais não há legalização ou solução fácil.
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Pensando no bem da questão como um todo, para mim é necessário federalizar o sistema de adoção e modernizar o processo de cadastro das crianças e de fila giratória de adoção. Para o pré-natal, no sistema de saúde, é necessário ter a possibilidade de dizer claramente ao médico que não quer a criança e que vai oferecê-la para a adoção. A partir dessa fase, inicia-se outra, de suporte e acompanhamento psicológico e médico que segue durante a gestação até o nascimento da criança.
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Eu não creio que os números do aborto seriam sequer parecidos com os atuais se a criança não fosse vista, desde o início como "o problema com o qual é necessário lidar" e sim como "o filho que eu não posso criar, mas que será bem cuidado e que terá com outra família um universo de possibilidades". Após o parto e a adoção, é necessário ainda aconselhamento e suporte para o planejamento familiar, para evitar a reincidência.
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Em minha opinião, a questão da legalização do aborto é pequena quando comparada com o oferecimento de saúde real e alternativas de cidadania à mulher grávida que não deseja ter a criança. Legal ou não, o aborto é uma escolha da qual a maior parte das mulheres se ressente por toda a vida. A função do estado democrático não é limitar as opções da sociedade civil - é dar a ela a chance de fazer as melhores escolhas para todos os envolvidos - isso é sinergia.
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Atenciosamente.
Donnie.
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terça-feira, 21 de maio de 2013

Trecho da entrevista de Leonardo Ribeiro (Lawlyet Walacce) ao blog RF sobre seu posicionamento Pró Vida.

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 Fraternas, dando continuidade as “Entrevistas com os Homens”, cujos temas são relacionados a vida masculina na voz masculina e, por efeito direto, relacionados a vida feminina também, segue a entrevista concedida por Lawlyet Wallace (pseudônimo), 29 anos, paulista de Ribeirão Preto, São Paulo, tecnólogo em informática, autor e administrador do site Mundo Realista e outros espaços virtuais, sobretudo de temática masculina
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SZ: O que pensa sobre o aborto e as campanhas a favor da legalização disso no Brasil?
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Lawlyet Wallace: "Art. 4º. Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente."
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Sou completamente contra o aborto! Na minha opinião nem deveria haver algum debate sobre isso. É simplesmente errado! É um atentado contra a vida. Defender o aborto é tão absurdo quanto defender assassinato, estupro e pedofilia, uma vez que é uma coisa que atropela radicalmente os direitos e a liberdade de outro indivíduo.
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Não importam as leis e não importa a decadência da sociedade e da moral humana. Um assassinato sempre será um assassinado, mesmo que apoiado legalmente, independente de acontecer dentro ou fora de uma barriga. Qualquer abortista é um assassino e seus defensores seus cúmplices.
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Um fato é que se um indivíduo mata outro, ele é um assassino. Os fins não justificam os meios. Se um indivíduo mata e diz que foi para poder comer, ele ainda será um assassino. Ele não fez o mínimo esforço de procurar uma alternativa ao assassinato. O mesmo acontece com as mulheres que abortam. O aborto nem ao menos deveria ser debatido pelo simples fato de não ser necessário. Existem métodos contraceptivos como as camisinhas e os anticoncepcionais. Nem mesmo o estupro pode ser usado como desculpa, já que existem pílulas do dia seguinte. Mesmo se não houvesse métodos contraceptivos ou pílula do dia seguinte. Ainda assim existe sempre a possibilidade da adoção. O egoísmo das abortistas, cuja psicopatia é tão alta a ponto de negar o próprio filho, não permite que o vejam nem mesmo como um ser humano, pois existem muitas que quando não abortam abandonam o bebê em uma lixeira ou jogam em um rio.
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Abortistas costumam usar a falácia do "direito ao corpo". É necessário entender que essa é uma tática demoníaca usada para confundir os mais ingênuos, uma vez que, durante a gravidez existe uma segunda vida dentro do corpo. A criança é um ser independente em formação, não um prolongamento do corpo da mãe. Mesmo após o parto o ciclo da vida continua. A criança continua se desenvolvendo, cresce, tem sentimentos próprios, inteligência própria, ações próprias, vida própria etc.
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Argumentos abortistas de "saúde pública" são na verdade falácias preconceituosas e assassinas. Uma maquiagem para eugenia e higienização. Se a discussão realmente fosse sobre saúde pública ninguém seria a favor do aborto, uma vez que com a facilidade do aborto muitos passariam a fazer sexo desprotegido. E sabemos que sexo desprotegido significa não somente gravidez, mas também DSTs. Logo, o aborto também significaria um aumento astronômico de DSTs.
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Matar uma criança porque não pensa antes de abrir as pernas nem mesmo para usar algum método contraceptivo é uma tremenda irresponsabilidade. É a mesma coisa que se embriagar antes de dirigir. Uma mulher que aborta tem a mesma culpa de um motorista extremamente bêbado que mata um inocente em um acidente de trânsito. O aborto, além de ser um pecado, uma covardia e um assassinato, é também solução malandra para a irresponsabilidade e a promiscuidade. Ao usar termos como "pró-escolha", elas dão a falsa impressão de que se trata de uma escolha que apenas terá influência na vida da infanticida, além de também passarem a falsa impressão de que a não-legalização do aborto é uma opressão machista contra a mulher.
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Feministas se valem de um vitimismo irreal para criar falácias que defendam este assassinato. Um exemplo é o uso de termos cretinos como "pró-escolha" e a falácia do "direito ao corpo". Esses termos são justamente usados para criar uma ilusão vitimista de opressão às mulheres. A ideia é fazer os mais incautos acreditarem que é uma luta entre a "pobre mulher oprimida por uma sociedade machista" e o "homem opressor e violento que deseja controlar o corpo da mulher". Nada mais falso! Na verdade se trata de uma luta entre a defesa da vida e da liberdade contra a legalização da morte como meio de manutenção da irresponsabilidade. Ao contrário do que a propaganda abortista tenta fazer acreditar, o aborto não é uma luta pela liberdade, mas sim uma luta contra a liberdade, uma vez que o aborto nega a outro indivíduo o direito à vida. É impossível existir liberdade quando a de um indivíduo se choca com a de outro. Quando ocorre um choque entre liberdades, a do mais forte sempre vencerá. E isso não é liberdade, mas egoísmo!
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O conflito entre a "liberdade" da mulher abortar e entre o liberdade da criança nascer é um conflito entre a liberdade de não ter que assumir uma responsabilidade que ela própria contraiu e entre o direito de um indivíduo à vida. E é claro que o direito à vida deve prevalecer. A vida é sempre mais importante!
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Mesmo se excluirmos completamente a alma e a dor, o aborto ainda é algo errado pelo simples fato de negar a vida à alguém que não tem o poder de se defender e de fazer uma escolha. As cretinas gostam de dizer “pró-escolha”, mas na verdade não existe escolha nenhuma, pois a criança não tem o poder de escolher. É a maior covardia possível.
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É interessante ver que abortistas se aliam também com movimentos ateístas e repetem exaustivamente coisas como "estado laico" para dar a impressão de que há algum tipo de opressão religiosa baseada em dogmas e ignorância. Porém, é necessário entender que a ciência nunca pode provar a inexistência de Deus e da alma, então o simples fato de alguém não acreditar na existência da alma, não é suficiente para que o aborto seja justificado. O argumento do "estado laico" também é uma falácia. O estado realmente é laico, porém a maioria das população é religiosa. É dever do Estado não se submeter a vontade de poucos sobre a vontade de muitos.
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Sem contar que qualquer interrupção da gravidez é uma agressão para a saúde física, psicológica e emocional da mulher. Qualquer mulher que aborta, mesmo nas melhores condições médicas, tem um risco acrescido de lesões do aparelho genital, infertilidade, abortamentos espontâneos posteriores, prematuridade em gravidezes ulteriores, e muito mais. Além de que a despenalização total do aborto pode expor a mulher à pressões constantes por parte de familiares, mídia, sociedade, profissionais etc. para que interrompa a gravidez, mesmo contra sua vontade.
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A esquerda, com seu falso altruísmo, se vale de um discurso hipócrita sobre dignidade de vida. É importante entender que discussões sobre o sustento da criança ou a ajuda do estado não são válidas. Abortistas usam isso justamente para desviar o foco dos debates (mais uma vez vemos como funciona a cabeça do brasileiro comum rs. Dinheiro acima de tudo...). Porém, a defesa da vida é sempre mais importante. A vida está acima de tudo! Sem contar que ninguém tem o poder de prever o dia de amanhã. Ninguém tem como saber se essa criança e sua mãe vão se amar, como será sua vida no futuro. Com o aborto, um indivíduo será morto sem nunca ter tido o direito de escolha e de defesa. Pelo menos com a vida essa criança terá a chance de superar tudo e ser feliz.
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Outra tática cretina dos abortistas é o uso do termo "feto". Esse nome é usado justamente por dar a impressão de algo morto, de um parasita, como eles mesmos gostam de chamar, e para tentar desumanizar um ser humano. É necessário entender que estamos falando de uma criança de um jeito ou de outro. Se já é uma vida que se tornará uma criança, não há motivo para chamar de “feto”.
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Dentre os vários interesses da agenda que o aborto serve, um deles é o controle de natalidade. Por isso eles se valem tanto de falácias como "dignidade de vida", "condição social" e coisas do tipo. Já notou que abortistas geralmente dizem que é "crueldade colocar uma criança no mundo de hoje"? Se eles já são capazes de usar esse tipo de argumento para negar o direito à vida, logo estarão defendendo a higienização de moradores de rua com a mesma desculpa de "livrá-los de uma vida de sofrimento".
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Outra questão que deve ser frisada é que o aborto é uma ferramenta para a prática do preconceito. O aborto não só é misógino e misândrico, como também racista, elitista, eugenista. Por exemplo, em países onde culturalmente se preferem filhos homens, muitas mulheres são abortadas. Algumas famílias podem escolher abortar homens se tiverem preferência por filhas mulheres. Uma sociedade pode incentivar o aborto para famílias com menores condições financeiras, ou mesmo propagandear o aborto de certos grupos étnicos. Esse tipo de loucura pode ser capaz de extinguir grupos, culturas, classes. É uma ferramenta não somente de controle de natalidade, mas também de eugenia e preconceito.
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Apoiamos a vida e por isso somos contra o aborto. A mulher tem direito de fazer o que quer com o corpo dela, mas a partir do momento que essa liberdade afeta a liberdade de outro indivíduo, colocando em risco seu direito à vida, então a liberdade mais importante, que é a vida, deve ser garantida. O direito à vida é mais importante do que meras convenções sociais. Tudo é irrelevante, quando estamos tratando de UMA VIDA. Adolescência, carreira, amizades, estudo e todas essas liberdades são fúteis quando comparadas a toda uma VIDA. Então, é óbvio que, quando existe um conflito de direitos, o mais importante, que nesse caso é o direito à vida, deve prevalecer.
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Sabe, é tão fácil e óbvio defender a vida, e as pessoas muitas vezes se atrapalham ao debater com abortistas por besteira. Porque os abortistas usam frases de efeito, tentam intimidar com distorções, mentiras, ironias e papinhos de altruísmo, dignidade, sociedade e direito do corpo e outras falácias desse tipo. É necessário não se deixar intimidar e poder responder tudo para desmascará-los totalmente. É importante entender que não estamos fazendo isso para mudar a ideia deles, até porque eles não têm uma ideologia. Não fazem o que fazem porque acreditam, mas sim por más intenções, por política e dinheiro! Então devemos fazer o que fazemos para deixarmos um registro histórico para que todos que um dia vejam entendam o que falamos. Não sei se é arrogância minha, mas geralmente, quando debato, tento não só refutar os inimigos, mas também debater de forma que sirva também para os que estão do nosso lado aprenderem mais e poderem se preparar melhor para caso um dia tenham que debater sobre o tema.
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SZ: Até que ponto os homens têm a haver com as práticas de  aborto clandestinas?
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Lawlyet Wallace: Em primeiro lugar, é necessário entender que qualquer homem que defenda, incentive ou pratique o aborto clandestino está apoiando e sendo cúmplice de assassinato.
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Infelizmente vivemos em uma sociedade onde prazeres egoístas são culturalmente incentivados e justificados por todo tipo de relativismo moral. Tanto a mulher como o homem são incentivados à promiscuidade pela sociedade e pela mídia, obviamente influenciados pelo feminismo e outros movimentos que servem ao marxismo cultural. O feminismo, por exemplo, com discursos falaciosos como o da "liberdade sexual", que nada mais é do que um incentivo à libertinagem e objetificação feminina. A mídia por meio de uma programação que direta e indiretamente incentiva a erotização de crianças e adultos. A sociedade por meio do incentivo cultural ao hedonismo. E até mesmo o governo com seu incentivo à distorções de valores por meio de isenções de responsabilidades, perversões da lei para favorecer grupos específicos, criminalização da verdade por meio da censura do "politicamente correto" etc.
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Tudo isso leva o homem e a mulher a buscarem somente o prazer momentâneo. Terem como única filosofia de vida o "carpe diem". Só pensam em desfrutar o momento e são incapazes de pensar nas consequências dos próprios atos. Para o indivíduo hoje valores morais são apenas dogmas e construções sociais. Coisas que são normalmente ridicularizadas até mesmo por professores de escola hoje.
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Um exemplo disso é o governo fazer campanhas para usuários de drogas injetáveis não compartilharem seringas. Ora, isso pode ser visto como um incentivo ao uso das drogas, não é mesmo? Não se deve fazer campanhas dizendo que não deve compartilhar seringas, mas sim que não deve usar drogas. Da mesma forma é comum vendo o governo distribuindo preservativos e soltando pôsteres dizendo para usar camisinha no carnaval. Isso é um incentivo subliminar à putaria disfarçado de campanha de prevenção de DSTs. Da mesma forma crianças de doze anos, por exemplo, recebem palestrantes dentro de suas salas de aula dizendo que elas devem fazer sexo seguro usando preservativos. Estão colocando na cabeça dessas crianças que elas devem sim ter sexo. É a erotização infantil passada de forma subliminar, disfarçada de conscientização.
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Outro exemplo é o kit gay que o governo tenta passar para as escolas sob o falso pretexto de luta contra homofobia, que na verdade é mais um kit de erotização infantil. Crianças não estão psicologicamente preparadas para serem bombardeadas com esse tipo de informação. Estão em uma fase diferente da vida e obviamente entenderão tudo da forma errada.
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Mas é justamente isso que acontece. As pessoas desde cedo são bombardeadas de todos os lados com mensagens de incentivo direto e indireto ao sexo. Crescem e procuram desesperadamente por prazeres sexuais, como animais famintos que acabaram de ser soltos da jaula. Passam a ter automaticamente uma visão distorcida dos outros indivíduos. Estão praticamente programados de forma que vejam todo indivíduo como um objeto que está lá para saciar suas vontades. Não são capazes de enxergar a outra pessoa como semelhante que também tem de sentimentos.
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O resultado disso tudo são homens e mulheres se usando somente para fins sexuais da forma mais irresponsável possível, sem nenhum tipo de envolvimento emocional e, ainda por cima, muitas vezes sem nenhum tipo de prevenção a gravidez.
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E é óbvio que muitas vezes essas relações sexuais acabarão resultando em uma gravidez indesejada. E como não há nesse caso nenhum tipo de sentimento envolvido ou relacionamento, dificilmente os pais desejarão a criança (junte isso com todo incentivo não só ao hedonismo, mas também à carreira profissional, e temos também a pressão que é feita na cabeça dos futuros pais com frases de efeito como "jogou a vida fora", "perdeu a juventude", "estragou a vida" etc.).
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Isso raramente aconteceria dentro de um relacionamento sério onde houvesse sentimentos de ambas as partes. Haveria um comprometimento com a vida, uma vez que haveria não somente uma mutualidade de sentimentos, mas também um comprometimento com a criação de um futuro juntos e, obviamente, um sentimento pela vida que geraram juntos.
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Com todo esse incentivo à busca dos prazeres egoístas, a procura de parceiros é somente baseada nos instintos... Aparência, status, dinheiro, postura. Nesse caso, mulheres acabam procurando os piores tipos de homens e, obviamente, os escolhidos geralmente são os mais cafajestes. Justamente os que só buscam sexo e fogem de qualquer tipo de compromisso. A mulher nesse caso tem a culpa de seguir somente seus instintos hipergâmicos e acabar desprezando bons homens para ficar com cafajestes egoístas que só buscam o prazer sem se importar com as consequências disso. E o homem, nesse caso o cafajeste, é o culpado por alimentar esse sistema.
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O cafajeste, por buscar somente o prazer e ignorar qualquer questão moral, também tem culpa pelo aborto, o que não significa que a mulher não seja culpada também. Também existem os cafajestes que assumem namoros superficiais somente para que possam ter uma parceira sexual fixa. Muitas vezes esse tipo de imbecil desonrado pressiona a namorada imbecil para abortar.
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SZ: Em sua opinião como se erradica no Brasil a pratica ilegal do aborto e como os homens que são contra o aborto poderiam atuar diante desse problema?
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Lawlyet Wallace: Creio que deveriam ter punições mais severas, além de uma maior divulgação dos riscos envolvidos na prática não somente do aborto clandestino como de qualquer tipo de aborto. Claro que é difícil esperar que façam isso, uma vez que infelizmente vivemos em uma época onde os interesses dos governos globalistas é justamente incentivar esse assassinato.
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Estamos nessa situação vergonhosa hoje devido a uma mudança cultural que aconteceu de forma lenta e gradual. Obviamente é impossível que, após tantos anos de desinformação e distorções, a sociedade volte a ter valores como a moral e a honra da noite para o dia. É necessário um trabalho gradual focando na retomada de valores.

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Abraços e fiquem com Deus :)
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Lawlyet Wallace
====================================Símia Zen.
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